Ricardo de Assis

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    Ivan Kallas - 0 Véio, Bacharel em Direito
    Ivan Kallas - 0 Véio
    Comentário · há 2 anos
    De fato o artigo é excelente de um lado. Peca por outros.
    Nada é perfeito e tudo é controverso.

    Sou testemunha de que o emérito professor foi um dos primeiros a denunciar o desvio de finalidade, na nomeação de Lula. Também fui o primeiro a discordar dele. Depois reconhecer e pedir desculpas. Houve desvio de finalidade. Reconheci que teria errado.
    Agora lamento dizer que des-peço as desculpas, em parte.
    O professor continua certo. Houve desvio de finalidade. Reconhecida por Janot.

    Mas eu também estava certo. Pois a nomeação de Ministro é um ato privativo da governAnta. Seja ela ou não, o que dizem que é. O que Janot também reconhece.

    Admitidas duas verdades, ou seja:
    Nomeação de Ministro é ato discricionário.
    Desvio de finalidade é ato criminoso.
    Afinal, o que prevalece?
    Concordo com Janot. Os dois.

    Mantenha-se a legítima manifestação da vontade da nomeAnta.
    Mantenha-se o legítimo reconhecimento da intenção de desvio.
    E agora José?
    Fosse um questão de meu time de futebol. Não haveria dúvida. Gol roubado.
    Entretanto, trata-se do futuro de nosso país.
    Que nas mãos da governAnta está n´água. O barco afundou. A questão é a prioridade de qual rato vai desembarcar por último. Ou se afogar. Tentando salvar a pátria.

    Confesso que não teria a tecnicidade para argumentar contra o ilustre professor.
    Entretanto, já que Janot o fez por mim, resta-me curvar-me à inteligência maior.
    Receio também que esteja correto de que o professor insinua com fundado receio que um preparou a bola para o outro chutar ao gol. Aceita-se a correção da nomeação. Nega-se o foro NÂO privilegiado.
    Mas aí, creio que há, neste raciocínio também, um desvio de finalidade.

    Prefiro pagar para ver.
    Muitos Ministros insinuam a relativização do foro privilegiado.
    Nada melhor que este julgamento agora, para se saber qual rato pula primeiro do barco. Saibam apenas que nós, o povo, somos as piranhas, esperando pelo tibum. Do jararaca ou da jacaré.
    Ou concluir que não há Justiça no país.
    Aí dane-se o mundo que não me chamo raimundo.
    O Véio.

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